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terça-feira, 20 de setembro de 2011

O Poder está em suas mãos



Nos últimos tempos, estamos presenciando um boom de esmaltes novos rondando os salões de beleza.

A cada mês é lançada uma nova coleção, a cada novela uma cor nova que “pega” entre as meninas.
Assim, é inevitável que algumas dúvidas apareçam: A cor de esmalte tem que combinar com a roupa? A escolha da cor de esmalte passa alguma mensagem às pessoas? A cor de esmalte é considerado um acessório?

Primeiramente, a cor de esmalte é considerada um acessório sim. Ela não te veste, mas te compõe, agrega valor à sua roupa, à sua imagem, assim como os sapatos, as jóias e as bolsas.

No tocante à combinação, não precisamos nos privar de usar nada do que queremos só por conta da cor do esmalte, mas temos que nos atentar ao que sempre falo aqui no blog, a harmonia do todo.

E para se conseguir essa harmonia precisamos entender qual a mensagem estamos passando para os outros. Sim, porque se você opta por esmaltes vermelhos e resolve coordená-los com uma mini saia de couro e uma blusa decotada, a mensagem é muito mais vulgar do que sexy. E isso nada tem de harmonia, e sim puro desequilíbrio.

Justamente para o tiro não sair pela culatra é que precisamos saber que normalmente cores escuras nas mãos passam uma mensagem de força, personalidade, expressão, liberdade e mistério. Cores clarinhas passam um ar de ingenuidade, romantismo, leveza, transparência, enfim, um ar angelical. Sabendo disso, podemos fazer as cores dos esmaltes trabalharem a nosso favor.

Já se perguntaram porque os homens preferem as cores claras para o esmalte da esposa ou namorada? Simplesmente porque a cor clara não propõe atrito, desafio para eles.

E porque as mulheres com imagem forte, bem sucedida sempre escolhem esmaltes mais escuros? Justamente porque elas precisam comunicar poder, força e segurança.

Não é errado eleger uma cor clara de esmalte, mas é interessante que se nas mãos não conseguimos ousar, na roupa, ou nos sapatos tenhamos um pouco mais de criatividade.

O mesmo serve para as cores escuras, se a escolha é por elas, e sabendo que elas já possuem valor de destaque, temos que dosar na escolha das roupas e dos outros acessórios.

Além de tudo, precisamos lembrar que a cor do esmalte interage diretamente com nossa cor de pele. Muitas pessoas não sabem, mas a cor de esmalte errada pode envelhecer as mãos. Por isso é interessante fazer a análise de cores pessoal. Você irá saber o seu tom adequado de cada cor!

Perceba que o interessante é ter a liberdade de brincar com esse acessório, sem esquecer da harmonia do todo.

Bjs,

Sabrina Silvian


terça-feira, 31 de maio de 2011

Sua Imagem, seu cartão de visitas


Muitas são as dúvidas no que diz respeito ao dresscode profissional, sobre o que se deve ou não usar no ambiente corporativo, se é permitido saias, rasteiras, jeans, enfim.

De início é preciso enfatizar que a primeira impressão realmente é a que fica (Já falamos sobre isso aqui). E se ela fica tão marcada assim na cabeça das pessoas, e se as roupas mandam mensagens o tempo inteiro de quem é você, como você está, faz-se necessário que tenhamos um zelo sobrenatural no nosso ambiente de trabalho.

Não existe outra regra nesse ambiente senão sensatez. É olhar no espelho, ver se a roupa está chamando mais atenção que você, se não está muito apertada, se a cor não está tão chamativa a ponto de tirar a concentração das pessoas, se os sapatos não irão prejudicar seus movimentos durante o dia, ou se a maquiagem está revelando sua beleza e não a mascarando.

É muito importante que levemos em conta que as pessoas estão ali para trabalhar, concentrar, produzir, e você como parte do todo, tem que contribuir para que isso seja alcançado.

Não é ir desleixado, com roupas muito largas, sem vida, que te anulem completamente, não!

É ir adequado. Porque vale lembrar que a falta de atenção consigo mesmo passa aos outros a impressão de que você não tem cuidados especiais com as demais coisas que fazem parte da sua vida pessoal e profissional.

O recomendável tanto para mulheres quanto para homens é usar peças mais clássicas, discretas, afinal sua aptidão profissional é que deve preencher a vaga. Além do mais, unhas limpas, cabelos bem cortados, comprimento de saias nos joelhos, decotes comportados, barbas feitas, acessórios sem muito brilho e nenhum bafo são requisitos imprescindíveis.

A boa aparência é muito importante na conquista de uma oportunidade de emprego. E quando falamos nela não estamos dizendo que alguém tem que ter beleza física e sim ter cuidados consigo mesma.

Pensemos nisso!

Bjs,



Sabrina Silvian

terça-feira, 17 de maio de 2011

Ser chic sempre


“Nunca o termo “chique” foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje.
A verdade é que ninguém é chique por decreto e algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda … elegância é uma delas!
Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas.
Muito mais que um belo carro Italiano.
O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.
Chique mesmo é quem fala baixo.
Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.
Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.
Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.
É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.
Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador.
É lembrar-se do aniversário dos amigos.
Chique mesmo é não se exceder jamais: nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.
Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor.
É “desligar o radar”, o telefone, quando estiver sentado à mesa do restaurante, prestar verdadeira atenção a sua companhia.
Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.
Chique mesmo é  não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!
Chique do Chique é não se iludir com “trocentas” plásticas do físico …. quando se pretende corrigir o caráter: não há plástica que salve grosseria, incompetência, mentira, fraude, agressão, intolerância, ateísmo….falsidade.
Mas, para ser Chique, Chique mesmo, você tem, antes de tudo, lembrar sempre do quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos terminar da mesma maneira, sem levar nada material deste mundo.
Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem, que não seja correta.
Lembre-se: o diabo parece Chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!

               Porque, no final das contas, Chique mesmo é Crer em DEUS!

Investir em conhecimento pode nos tornar sábios, mas o Amor e a Fé nos tornam humanos!”


                                                                                                                    GLÓRIA KALLIL

terça-feira, 26 de abril de 2011

O Sex appeal dos sapatos



Talvez nenhum outro acessório diga mais a nosso respeito - ou transmita uma mensagem tão poderosa quanto os sapatos.

Eles podem indicar nosso nível financeiro e social, profissão, nossa idade e até mesmo nossa necessidade de poder e sexo.

Isso mesmo! Os sapatos tem toda uma mística sensual particular. Isso porque o pé é uma parte erógena do corpo, além de ser o ápice das pernas, outra zona altamente erótica.

Uma teoria antiga diz que o simples fato de enfiar o pé no sapato recria o ato sexual. Mais recentemente essa teoria foi fortificada com o postulado de Freud que dizia que o sapato da mulher simboliza sua vagina.

Isso explica o fetiche da maioria dos homens pelos nossos pezinhos.

Nesse contexto, e de posse dessas informações, podemos utilizar as mensagens que os sapatos carregam a nosso favor; seja projetando uma mensagem de confiança em sapatos mais “inofensivos” ou arrasando numa noite, com sapatos mais sexys.

Chamamos de sapatos “inofensivos” os modelos oxford, slipper, tênis, mocassins, sapatilhas.

Dependendo do modelo, as botas podem ser consideradas inofensivas (flat, por exemplo).

Esses calçados simbolizam a mulher pé no chão, prática, sensata, a mulher que não está disposta a ter desconforto para parecer sexy. Quando usamos esses tipos de sapatos, comunicamos que somos confiáveis e estáveis. E como esses modelos normalmente fecham nossos pés, eles passam a imagem de uma mulher centrada, que está preocupada em mostrar somente seu lado intelectual, e não deixar os homenzinhos loucos por ai...rs.

Na categoria “calçadas para matar” temos os Scarpins de salto alto, mules, babuches, sandálias amarradas nos tornozelos, botas (cano e salto alto), sandálias abertas (altas e rasteiras).

Os Scarpins de salto alto, por deixarem as mulheres impotentes, necessitadas de apoio para se locomover, deixam os homens loucos (homem adora saber que a mulher busca ajuda nele, né?), fora o elemento sadomasoquista impresso nesses modelos (botas acima do joelho também entram aqui), que podem causar dor enquanto usados.

Os modelos de amarrar, nos tornozelos, levam referências sutis de aprisionamento, domínio (coisa que homem também adora!)

Mules e babuches são modelos que deixam à mostra a parte de trás do pé, curvando a perna e dirigindo a atenção para a perna e ocultam a parte da frente. São inocentemente sensuais porque convidam a pessoa a imaginar o que está escondido.

E as sandálias abertas, de tiras, que deixam as fendas entre os dedos a mostra têm um apelo extremamente sensual, visto que as fendas dos dedos são comparados a fenda que temos no meio do seio. E não se enganem, o nosso peep toe entra na categoria sexy, pois mostram a fendinha. Portanto num ambiente de trabalho prefiram um peep com a abertura menor.

Enfim, a maioria de nós tem uma relação especial com os sapatos, talvez porque eles são nosso transporte, nosso elo com a terra. Ou, quem sabe, é o significado sensual do pé, que torna tudo o que o cobre igualmente significativo.

Os sapatos são mais que uma necessidade ou afirmação da moda. Para muitas, são uma paixão.
Precisamos somente saber usá-los.

Bjs,


Sabrina Silvian